• Facebook - Black Circle
  • Instagram - Black Circle

CNPJ : 27.214.839/0001-89

Quando: 30 de Novembro

Onde: Ateliê Ai.Ginska - Rua Mamoré, 508 - São Paulo, SP

Das 13:00 às 17:30 horas

 

Há vários milênios, povos ao redor do mundo já trabalhavam e se encantavam com o índigo natural. A história do uso deste corante é longa e ela não se limita a um povo ou outro; pelo contrário, ela fez e faz parte de muitas culturas diferentes e cada uma delas desenvolveu à sua maneira o uso, e exploraram diversas possibilidades para ornamentar seus têxteis.

O uso de gomas de amido, argilas e ceras para estampar (vedando e depois tingindo) é tradicional para várias culturas. Nos países orientais temos diversos exemplos de técnicas têxteis usando este método, principalmente os amidos de arroz, mandioca, milho para a goma, a argila e a cera de abelha.

A partir do século XVI, com o descobrimento das Américas e o intercâmbio de espécies de plantas e comidas, foi apresentado à África a mandioca e o milho, amidos que possibilitaram o desenvolvimento de uma técnica têxtil, que é considerada um dos ícones da estamparia da África, o Adire Eleko, desenvolvido na Nigéria.

Ele é feito com goma de mandioca e aplicado no tecido com o auxílio de penas de aves ou estêncil de metal ou couro. Depois de seco, é tingido com índigo, criando padrões em azul e branco.

Este curso tem como objetivo apresentar a receita e técnica de reserva com goma e todo o processo de desenvolvimento da estampa.

 

Conteúdo:

Tingimento com índigo natural.

O índigo natural é um pigmento vegetal extraído das folhas de diversas espécies de plantas espalhadas pelo mundo. Ele é usado desde a Pré-história, para colorir tecidos, pintar superfícies, pintar o corpo, o cabelo, usado em cosméticos e maquiagem, na indústria química, na medicina popular e laboratorial, etc. As plantas produtoras de índigo tem em comum um tipo de molécula, que quando é quebrada (seja através de calor, fermentação, maceração, etc) e entra em contato com o oxigênio, transforma-se em um pigmento azul.

O índigo ou anil é um pigmento insolúvel em água. Para tingir, é preciso transformar o pigmento em corante, que é solúvel em água.

Existem diversas receitas para transformar o pigmento índigo em corante. Cada cultura desenvolveu seu método, levando em consideração seus ingredientes locais, o clima, as necessidades específicas e a própria espécie de planta de índigo que usavam.

O índigo é classificado quimicamente como um corante de tina ou cuba e esta classificação significa que este pigmento/corante trabalha por redução e oxidação. 

 

Conteúdo do curso:

 

  • Contexto histórico do índigo, da técnica e têxteis estampados.

  • Preparação do tecido.

  • Preparação da goma de mandioca

  • Preparação do corante índigo. Vamos fazer uma tina utilizando materiais naturais que não agridem a pele e o meio ambiente.

  • Estamparia com a goma.

  • Tingimento com índigo.

 

Todo material de tingimento e demais materiais usados durante o curso está incluído.

 

Investimento: R$ 400,00 em até 3X sem juros pelo PagSeguro.

 

>>>Gente! Venham com uma roupa “de guerra”, para por a mão na massa. O corante pode espirrar nas roupas e sapatos, então escolha aquela que você gostaria de ter uma eventual mancha da vida. <

 

 

ESTAMPARIA DE RESERVA COM GOMA DE MANDIOCA- 30 de Novembro

R$ 400,00Preço